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Exposição + de 1 – 3 de fevereiro à 10 de março

Para maiores informações: paulorobertopugialli@gmail.com

 

Rock in Rio volta ao Brasil em 2011

Após 10 anos, evento retorna com dois palcos, espaço para desfiles de moda, parque de diversões e shoppping center

 

Projeto do Rock in Rio 2011, que será realizado na capital fluminense

 

Após 10 anos, o Rock in Rio retorna ao Brasil, com uma proposta mais abrangente do que ser o maior festival de música do país. Marcado para setembro de 2011, o evento apresentará mais de 100 artistas nas instalações do Parque Olímpico no Rio de Janeiro. Com investimento de R$ 130 milhões, a Artplan, que promove o evento, espera reunir um público recorde em seis dias de shows e atividades.

Na nova edição, o projeto contará com dois palcos (Sunset e Mundo), espaço para desfiles de moda, parque de diversões (com roda gigante, tobogã, tirolesa) e shopping center com 30 lojas. Serão quatro shows por dia, mais cinco DJs tocando na arena dedicada à música eletrônica. Seguindo a tradição do Rock in Rio, haverá dias dedicados a alguns gêneros, como metal e pop. Até o jazz ganhará destaque, com a montagem da Rock Street, uma faixa dentro do espaço de 150 mil m² em que artistas tocarão durante o evento.

“Nós nos inspiramos em Nova Orleans (nos Estados Unidos) para projetar esse espaço e o público que estiver circulando poderá assistir aos shows”, garante Roberta Medina, que está à frente do festival. Foi seu pai, o empresário Roberto Medina, quem criou e organizou o primeiro Rock in Rio, em 1985. “Embora eu fosse muito pequena e estivesse dormindo quando o Rock in Rio foi aberto, eu nunca mais deixei de participar dos outros”, contou em evento de lançamento da nova versão.

Após a edição brasileira em 2001, quando tocaram REM, Oasis e Britney Spears, o festival acabou se internacionalizando, promovendo shows em Portugal e Espanha. Lá fora, a preocupação com meio ambiente ganhou ênfase, a ponto de fazer com que o Rock in Rio 2011 tenha como objetivo ser um festival com menor emissão de gases de efeito estufa. “Vamos compensar as emissões”, afirma Roberta Medina, que prometeu divulgar detalhes do plano em outro momento.

Sem antecipar grandes atrações internacionais para o evento, a organização do festival começa a vender ingressos antecipados já no dia 19 de novembro, com preço de R$ 190 (inteira) e R$ 85 (meia).

Duas fases

Reforçando a visão de marketing do evento, o Rock in Rio terá entre seus patrocinadores Claro, Volkswagen, Coca-Cola, Heineken e Trident. A ideia, segundo Roberta Medina, da Artplan, é que o evento aconteça a cada dois anos, sempre com uma proposta social associada a marcas e ao slogan Por um Mundo Melhor. “O Rock in Rio vai ser mais do que um festival, é um parque temático para atrair todo mundo que é jovem de espírito”.

A preocupação em ser um “festival família” está presente na própria infraestrutura. Além da área de diversão, haverá monitores treinados para tomar conta de crianças pequenas, dando aos pais a chance de ver ao menos duas horas de show sem se preocupar com os filhos. O investimento na estrutura conta com R$ 40 milhões da prefeitura do Rio, que decidiu colocar dinheiro no Parque Olímpico, com a condição de usá-lo quando não há festival. A Artplan começa a montar suas estruturas já em junho do ano que vem.

A largada para a campanha publicitária começa neste domingo com a primeira fase, batizada de Voltei. No entanto, o hotsite do festival já está no ar. A internet é um instrumento vital para a divulgação do Rock in Rio, com concursos para ganhar ingressos, depoimentos de quem já foi a uma das edições e até pesquisas para escolha de algumas das atrações. A organização, que já vem trabalhando fortemente com mídias sociais, espera que seus seguidores pulem dos atuais 100 mil para um milhão até a abertura do festival.

Embora a Artplan ainda não tenha divulgado o nome dos artistas que tocarão no Rock in Rio 2011, o vídeo de apresentação traz artistas como Roberto Frejat, Ivete Sangalo, Marcelo D2, Dinho Ouro Preto, Evandro Mesquita, Sandra de Sá, Geraldo Flausino, Pity, George Israel e Ed Motta cantando o jingle do festival. Roberta Medina indicou que eles poderiam fazer parte do line up do festival.

 

Fonte: Época Negócios, Por Soraia Yoshida
 
 

Conheça a caneta-lápis: tinta de grafite pode ser apagada até 3 dias depois

Em alguma parte do mundo ainda existem pessoas que usam utensílios como canetas, lápis e até borrachas para expressarem suas emoções e se comunicarem com o mundo. Agora uma invenção da Sharpie promete trazer mais emoção para a vida dessas pessoas.

 

O Sharpie Liquid Pencil (ou “lápis líquido”, ou “caneta-lápis”), tem o corpo de uma caneta com ponta 05 mm. Ela tem a escrita semelhante à de uma caneta, mas sua tinta “de grafite” imita um lápis e pode ser apagada por qualquer borracha em um prazo de até três dias.

Assim você tem um certo prazo para se arrepender de coisas que escreveu, mas precisa deixar a caneta de lado na hora de preencher cheques ou de prestar vestibular. O pacote com duas unidades (e mais borrachas de brinde) é vendido por US$ 5 (cerca de R$ 9).

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Caneta-lápis: Sharpie Liquid Pencil.
Lá do Geeky Gadgets.
Imagem: Divulgação.

Exposição de Paulo Roberto Pugialli

Num Outro Estado Anterior

[da série “Plurais”]

 

Exposição de Paulo Roberto Pugialli 

Período   de 23 de agosto a 10 de setembro de 2010 

Horário    de segunda a sexta de 10 h às 19 h 

Local       Espaço Cultural Governador Celso Ramos – BRDE

Av. Hercílio Luz, 617 – Centro – Florianópolis – SC    

Entrada Franca

 

 

Num Outro Estado Anterior guarda estreita relação com a linha de uma carta redigida no primeiro século. 

…diz o escritor da carta:

“Que é a sua vida? Sois apenas como neblina que aparece por instante e logo se dissipa.” 

Três trabalhos transportam ao espaço expositivo ruidosas situações colhidas do óbvio a enredar-nos como, e.g., o logro. Dois deles, Sem Título 15 e Sem Título 16, habitam no ano de 2009 a mais recente exposição do artista quando expostos em Florianópolis – quem pôde vê-los percebe algum dos recursos utilizado por Pugialli ao representar a efemeridade: a cariz tratada com aspecto distinto. Análogo a quem toca um instrumento, ele jamais edita semelhante execução da mesma ópera. Como em outras mostras, compõe o ambiente conforme peculiaridades derivadas de seu modus vivendi. Nesta ocasião, não obstante exibir especial busca em dialogar com o observador a partir de campos visuais em profusão, obsessiva fragmentação e entre situações estranhas a quem deseja levar a efeito o olhar, somos estimulados a considerar impossibilidades. 

A produção apresentada não se reduz a nenhuma vertente artística, conserva e abriga independência. 

Para familiarizarmo-nos com a obra de Paulo Roberto Pugialli é necessário levarmos em conta a diversidade e a multiplicidade de seu processo de produzir – pintura, desenho, objeto ou instalação têm a mesma relevância, visto que experimentar é marca singular sua. 

Por poucos dias estas três obras estarão a residir neste lugar, assim sendo, e por não estarmos acostumamos a observar com acuidade o quotidiano, convido-os a conviver algum tempo com elas, pois habituamo-nos, na maior parte do tempo presente, a “achar”

Pierre d’Eau

Inverno – 2010 

P.S. 

As questões movediças a respeito da desordem sugeridas pelo projeto não são meras especulações trazidas pelo artista, basta olharmos ao entorno de nós as quinas nas quais nos ferimos. 

PRÓXIMAS EXPOSIÇÕES

Num Tempo

De dezembro de 2010 a janeiro de 2011

Fundação Cultural da Cidade de Timbó

Casa do Poeta Lindolf Bell

Timbó – SC 

+ de 1

De fevereiro a março de 2011

Palacete dos Leões

Espaço Cultural BRDE

Curitiba – PR

 

Composto de Alguns

Setembro de 2011

Galeria de Arte da Universidade Federal de Santa Catarina

Florianópolis – SC

 

Posição das Coisas

Novembro de 2011

[Projeto selecionado no 7º Chamamento Público para Projetos Expositivos de Artes Visuais 2010/2011]

Prefeitura Municipal de São Carlos – SP / Coordenadoria de Arte e Cultura

Sobre o Artista:

Durante duas décadas, antes de dedicar-se às artes plásticas e visuais, Paulo Roberto Pugialli compôs música para concerto, cinema e teatro.  

Estuda de 1980 a 1986 na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, em 1983 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e de 1994 a 1996 no Museu da Gravura  da  Cidade de Curitiba, começando a expor  em 1994. Desde então tem apresentado sua obra em importantes instituições culturais do país [Museu de Arte de Joinville – SC, Casa Andrade Muricy – PR, Conjunto Cultural da Caixa – RJ, SESC – RJ, SESC – AP e Fundação Cultural BADESC – SC] e estado presente em eventos de importância nacional como a 10ª Mostra do Desenho Brasileiro e o 1º Salão SESC de Gravura, além de ser convidado em 1999  para  a reabertura do MAC – PR. Em 1998 recebe o prêmio maior  no 55° Salão Paranaense.

 Segundo o artista plástico José Maria Dias da Cruz (carta ao MinC – 2001), “Sua obra está em consonância com as mais avançadas pesquisas da arte contemporânea internacional … ampliando os conceitos de linha, superfície e ritmo”. De João Henrique do Amaral (Diretor do Museu de Arte Contemporânea do Paraná) recebeu o seguinte comentário em entrevista concedida ao jornal Gazeta do Povo On Line – 2001: “Considero a instalação Ishfaireeka Tay’ya, de Pugialli, como uma das mais valiosas do acervo do MAC por sua conceitualidade … “.

Nos anos de 1994, 1995 e 1996, contratado pelo IASP (Instituto de Ação Social do Paraná) e Centro Cultural Teatro Guaíra, ministra oficinas de artes plásticas aplicada à criação de instalações sonoras, a adolescentes, em situação de risco pessoal e social, assistidos no Centro de Formação Profissional de Campo Comprido em Curitiba.

Pugialli está representado em coleções particulares e públicas no Brasil e no exterior.

 

Da Redação: Sandra Mendes

Criador de Bob Esponja é a celebridade do Anima Mundi 2010

Talvez você não conheça Stephen Hillenburg, mas o seu filho certamente sabe qual é sua principal criação. O “pai” do Bob Esponja é o principal chamariz da 18ª edição do Anima Mundi que, desta sexta-feira (16) ao dia 25, vai passar mais de 450 filmes animados no Rio.

“[Hillenburg] é uma celebridade”, explica Marcos Magalhães, um dos diretores do festival. “Ele tem esse sucesso que é um fenômeno, o Bob Esponja, mas continua animador experimental, um cara que gosta de inventar coisas novas, de curtir. Ele é muito autêntico.”

Magalhães explica que um dos interesses do evento é também mostrar os talentos que existem no mainstream de animação.

“Esses talentos, como o Hillenburg, o [o animador espanhol Jordi] Grangel e [o animador brasileiro] Guilherme Marcondes, são pessoas que têm um trabalho autoral, que já manifestaram isso, mas que por um acaso, por uma circunstância, encontraram o seu lugar na indústria”, afirma um dos coordenadores do Anima Mundi lembrando dos três professores das Master Classes, espécies de aulas-palestras promovidas pelo festival.

“O fascinante da indústria da animação é isso: você está sempre num ambiente criativo. Você vai ter um condicionamento, mas o produto é a criação, é a arte. É bacana ver como se consegue fazer isso, essa mistura de arte com indústria”, comenta Magalhães, que também dá aula de animação na PUC-Rio.

Outras mostras
Além das mostras com os talentos estabelecidos, há também os trabalhos dos artistas, quando estudantes. Este ano, além da tradicional categoria “Animação em curso”, com produções de estudantes e recém saídos dos bancos escolares, há uma espécie de retrospectiva.

“Esse ano a gente tem um panorama de escolas específicas, como a CalArts, de onde vieram todos esses diretores de Hollywood, da Pixar”, citou Magalhães.

A lista dos artistas cujos primeiros trabalhos serão mostrados é grande, mas é possível destacar alguns. Estão lá: John Lasseter, diretor executivo da Pixar, Pete Docter, diretor de “Up”, Andrew Stanton, de “Procurando Nemo” e “Wall-E”, entre muitos outros.

Para Magalhães, “o Anima Mundi não nasceu para ser um festival que dá prêmio”, portanto não é surpresa quando ele cita mostras não-competitivas como as imperdíveis.

“Na mostra Panorama, a gente tem filmes superinteressantes que a gente sabe que não vai atrair o voto do júri popular. Então a gente bota para a Panorama, para quem quer curtir coisas diferentes e coisas de temas específicos. Esse ano há duas sessões temáticas, uma de terror, que desfaz aquela ideia de que animação é filme de bichos fofinhos; e uma de sessão de documentários, a Panorama Documentário.”

Fonte: G1

Com recorde de inscrições, Anima Mundi começa 6ª no Rio

O festival Anima Mundi, um dos três maiores eventos do mundo relacionado à produção em animação, começa na sexta-feira (16), mas já teve um aquecimento nesta segunda (12), com uma sessão especial, com uma seleção feita pela organização para convidados.

Esta é a 18ª edição da festa, que teve recorde de inscritos: mais de 1,5 mil, segundo a organização. Da peneira, passaram 452 filmes, de diversos países, dos mais conhecidos na seara como EUA, Canadá, Alemanha, passando por Israel, Finlândia, Singapura e até a estreante Macedônia. Sem esquecer do Brasil, responsável pelo maior número de produções deste ano: 108 títulos. Veja a programação aqui.

“Foi muito mais trabalhoso escolher as animações para este ano, a disputa ficou muito mais acirrada”, conta Cesar Coelho, um dos quatro organizadores, junto com Aída Queiroz, Lea Zagury e Marcos Magalhães. Ele também comentou o crescimento da animação nacional:

“A nossa produção era de um, dois filmes por ano, quando começamos. Agora, é de cerca de 360. O animador pensava em trabalhar fora do país ou, quando muito, como freelancer. Agora, tem carteira assinada. E a gente está só começando. Temos um potencial grande”, completou, dizendo que o número nacional assusta os animadores de outros países quando ele comenta em festivais do mundo todo.

Para Coelho, os critérios para selecionar um filme passam por uma tríade de qualidade, temática e origem da obra:

“Esse ano conseguimos incluir a Macedônia e tentamos, todos os anos, trazer as animações de um egípcio, mas ainda não conseguimos. A qualidade é imprescindível”, explicou, argumentando que a diferença de gosto entre os organizadores é certeza de um festival plural.

No seu discurso de apresentação do festival, Aída Queiroz mostrou com números o crescimento da produção nacional:

“Por causa desse aniversário de 18 anos, fiz uns levantamentos, umas pesquisas que demonstram a mudança de cenário nesses anos de festival. Da década de 1910 até 1992, um ano antes de começarmos o Anima Mundi, foram produzidos no Brasil 171 filmes. De 1993 para cá, mesmo que tenha havido anos em que não havia nenhum filme brasileiro, foram mais de 2,6 mil filmes inscritos.”

Bob Esponja
Para continuar a investir nessa indústria, além das sessões tradicionais com os curtas, de todos os formatos, estilos e nacionalidades, o Anima Mundi vai trazer, como sempre, convidados especiais, que participarão de bate-papos, fóruns e aulas. O mais disputado deve ser Stephen Hillenburg, criador do personagem “Bob Esponja”.

Na sessão exibida nesta segunda, os 11 curtas mostraram que diversidade traz qualidade. Os destaques ficam por conta das animações alemães “Der Da Vinci Timecode” (“Time code Da Vinci”) e “Der kleine und das biest” (“O menino e a fera”), do italiano “Videogioco a loop experiment” (“Videogame um experimento em repetição”), do francês “Operatatatata”, além do canadense “Run away”, de Cordell Barker, que é também convidado este ano.

A versão paulista do evento começa dia 28 de julho e vai até 1º de agosto.

Fonte: G1

Escola americana apoiada pelo Google quer formar os líderes do futuro

Conheça a escola americana que quer formar gente para enfrentar os desafios mais complexos do mundo

 

Turma da Singularity: robótica e nanotecnologia no currículo

 

Uma instituição que ensina os líderes do futuro a encontrar soluções para os problemas mais complexos, como a gripe suína, o aquecimento global ou a crise financeira internacional. Essa é a missão da Singularity University, criada no ano passado nos Estados Unidos com o apoio do Google e de outras empresas do Vale do Silício. “Hoje, as lideranças empresariais e governamentais não sabem lidar com esses fenômenos”, diz Salim Ismail, diretor executivo da escola e ex-vice-presidente de inovação do Yahoo.

Com o DNA das companhias de tecnologia da Califórnia — ainda hoje o maior celeiro de inovação do planeta —, a Singularity quer atacar as grandes questões usando o que existe de mais futurista: nanotecnologia, biotecnologia, robótica e inteligência artificial. O plano da escola é encontrar e selecionar jovens com alto potencial de todas as partes do mundo para colocá-los em sala de aula, trabalhando em equipe para desenvolver projetos que cumpram o requisito de melhorar a vida de pelo menos 1 milhão de pessoas.

Metade da turma deve ter formação em tecnologia de ponta; o restante deve ter formação variada, como designers, engenheiros, biólogos. “É uma forma de pensar criativamente, mas assegurando que as respostas sejam viáveis tecnologicamente”, conta Salim. O objetivo é formar os líderes e os empreendedores que estarão à frente das empresas nas próximas décadas. “Os negócios são o principal motivo desse curso”, diz Salim. O maior dilema das companhias é estar calcificada num modelo de negócios do qual não conseguem escapar.

“As evoluções tecnológicas mudarão a maneira como o mundo funciona e os negócios serão impactados”, afirma Salim. “Daí a importância de haver gente capaz de acompanhar essas transformações.” Apesar do nome, a Singularity é uma escola que oferece cursos de verão de dez semanas para universitários e também ministra um curso de nove dias para CEOs. O nome da escola deriva do livro The Singularity Is Near (em português, “A singularidade está próxima”), do futurólogo americano Ray Kurzweil, cofundador da instituição.

No Brasil, a instituição formou uma parceria com a Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), que selecionará um de seus alunos para fazer o curso em julho.

Fonte: VCSA

Programa irá preparar médias e pequenas empresas para Copa de 2014

Ações desenvolvidas pelo Sebrae irão orientar sobre oportunidades de mercado para os pequenos negócios em cada uma das 12 cidades sede da competição

 

O Sebrae criou um programa para aumentar a competitividade das micro e pequenas empresas para a Copa do Mundo de Futebol de 2014. As ações beneficiarão empreendimentos dos setores de turismo, cultura, comércio, serviços e artesanato das 12 cidades sede da competição. Nessa semana, o comitê organizador se reunirá no Centro de Arte Contemporânea de Inhotim, em Brumadinho (MG) para discutir o planejamento que norteará a atuação do projeto.

O Programa Nacional para Atuação do Sistema Sebrae na Copa de 2014 tem o objetivo de preparar as micro e pequenas empresas para o grande evento esportivo que o país sediará, orientando os pequenos negócios sobre acesso a mercados, sustentabilidade e responsabilidade socioambiental.

Em cada cidade sede serão implementadas ações de acordo com a especificidade da região. A atuação será direcionada para a identificação de nichos de mercado, desenvolvimento de estratégias setoriais, articulação de parcerias público-privadas e melhorias na gestão dos negócios, por meio de seminários, palestras, estudos e missões técnicas.

Destaques da programação
Um dos destaques da programação do encontro será a apresentação do estágio atual do Estudo de Mapeamento de Oportunidades para MPE, que está sendo desenvolvido pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas nas 12 cidades sede da Copa. Esse trabalho se baseia nos investimentos que serão realizados pela Fifa, governos federal, estaduais e municipais e iniciativa privada. As oportunidades para os pequenos negócios de cada uma das regiões estão diretamente relacionados com a previsão de obras e injeção de recursos nas 12 cidades.

Segundo estimativas da Fifa, a realização da Copa de 2014 deverá exigir R$ 55 bilhões em investimentos no País. O evento deverá ainda gerar um fluxo de 600 mil a um milhão de turistas para o Brasil e mobilizar 20 mil profissionais de mídia de 500 veículos de comunicação de todas as partes do mundo.

Minas Gerais
Os comitês Municipal de Belo Horizonte e Estadual para a Copa do Mundo 2014 vão apresentar suas agendas e planos de trabalho ao Sebrae. Será definida uma agenda comum do Sebrae e instituições parceiras apoiadoras das ações que serão deflagradas, posteriormente, visando a preparação e capacitação das MPE para o grande evento esportivo.

Em Minas Gerais, cerca de 500 micro e pequenas empresas da Região Metropolitana de Belo Horizonte serão beneficiadas com o projeto nos próximos três anos.

Entre as ações estão cursos para donos de estabelecimentos do Mercado Central e da Feira dos Produtores (Cidade Nova); criação de minirroteiros turísticos e gastronômicos para a região da Pampulha, Savassi e Santa Tereza; e melhorias na prestação de serviços de bares, restaurantes e meios de hospedagem de Nova Lima.

Também está prevista a organização de uma rede de museus e centros culturais, incluindo o Corredor Cultural da Praça da Liberdade, qualificação de artesãos para a produção de souvenirs, e profissionalização de empreendimentos da Estrada Real que liga Itabirito a Ouro Preto.

Serviço:
Programa Nacional do Sebrae na Copa 2014
14 de julho, às 9h30 – Inhotim – rua B, 20 – Brumadinho (MG)
Central de Relacionamento Sebrae: 0800-570-0800

Vale a pena investir o FGTS na Petrobras?

Com a capitalização à vista, quem já havia investido o dinheiro do Fundo na empresa em 2000 poderá aumentar seu investimento. Para quem não pensa em uma aplicação de curto prazo, esta pode ser uma boa oportunidade

 

Ações da Petrobras estão com desempenho ruim no ano, mas no longo prazo podem proporcionar bons rendimentos 

 

Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu não vetar o artigo do projeto de lei de capitalização da Petrobras que permite o uso do dinheiro do FGTS para a compra de ações da petrolífera para os trabalhadores que já haviam, em 2000, investido nos papéis da companhia com as economias que possuíam no Fundo. Mas isso vale a pena para o investidor?

Os especialistas ouvidos por Época NEGÓCIOS são unânimes em afirmar que a oportunidade é boa, mas que é preciso tomar alguns cuidados. 2010 não tem sido um bom ano para as ações da Petrobras. De janeiro até 30 de junho, os papéis preferenciais da petrolífera caíram 38,9%, devido, principalmente, às dúvidas em relação ao processo de capitalização da empresa.

“Existe muita incerteza quanto à capitalização. Ainda não se sabe ao certo qual será o preço definido por barril [que será usado para calcular o volume da oferta], nem de quanto será exatamente o tamanho dela. No entanto, a partir de setembro, com isso resolvido, os papéis devem começar a se recuperar”, afirma Erick Scott, analista da corretora SLW.

Ou seja, no curto prazo, é possível que essas indefinições possam se refletir negativamente no preço das ações da Petrobras. Entretanto, se a intenção do trabalhador é manter seu dinheiro investido por um tempo maior, a aposta na estatal é muito mais segura. “O rendimento do FGTS é extremamente baixo e quando pensamos em um investimento de longo prazo [a partir de cinco anos] os resultados da Petrobras serão mais recompensadores. Agora, é aquela coisa: é comprar e esquecer que comprou”, diz Otto Nogami, professor de economia do Insper (ex-Ibmec SP). “Se a intenção for ter um retorno mais rapidamente, é melhor investir em fundo multimercado”.

Remuneração

Atualmente, o FGTS é remunerado por um juros de 3% ao ano mais a TR. Em 2009, o IPCA, índice de preços ao consumidor usado pelo governo federal, encerrou o ano em 4,31%, enquanto o rendimento do Fundo foi de 3,9%, perdendo, portanto, para a inflação. As ações da Petrobras, recuperando-se da crise, saltaram 62%.

Segundo dados do Instituto FGTS Fácil, entre agosto de 2000, quando os trabalhadores puderam optar por investir na Petrobras, e 10 de junho deste ano, os papéis da empresa se valorizaram 711,14%. Já o FGTS rendeu apenas 63,96% no período.

Restrições

Dos 312 mil profissionais que investiram seu FGTS na Petrobras, injetando R$ 1,7 bilhão na empresa em 2000, muitos já venderam suas ações. Estes não poderão participar desta nova capitalização. Apenas os trabalhadores que ainda mantém os papéis terão o direito de aumentar seu investimento, para garantir a manutenção de sua participação acionária. Mas mesmo estes não poderão investir mais do que 30% de seu saldo no Fundo para a compra de novas ações.

“Eu não tenho dúvida de que o investimento na Petrobras vale a pena, tendo em vista o baixo rendimento do FGTS. O que eu acho injusto é que apenas quem já tenha comprado as ações com o dinheiro do Fundo possa aproveitar a oportunidade”, afirma Mario Avelino, presidente do Instituo FGTS Fácil. Aos que podem fazer a transação, é hora de aproveitar, mas, lembre-se, sempre com cautela.

Fonte: epocanegocios

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