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Riachuelo e Leroy Merlin usam georreferenciamento para projetar expansão

Empresas utilizam software para monitorar e conhecer regiões com potencial para novas lojas

 

Informação e geografia não costumavam fazer parte do vocabulário do profissional de Marketing, mas são fundamentais para desenhar um projeto. Leroy Merlin e Riachuelo são algumas das empresas que já integraram softwares em suas estratégias de Marketing e perceberam que geocodificar os dados dos clientes torna-se uma poderosa ferramenta de segmentação.

A expansão de lojas da Leroy Merlin em São Paulo contou com um estudo detalhado das regiões de interesse e das que já comportavam pontos de venda da rede. Com base nas informações coletadas, a empresa obteve dados sobre o possível desempenho de vendas antes de iniciar a ampliação das lojas.

Na Riachuelo – que usou o MapInfo, mesmo software da Leroy Merlin – o objetivo foi fazer o georreferenciamento de 28 milhões de endereços em São Paulo, codificando desde CEPs das suas lojas de rua e de shoppings, às empresas concorrentes e os pólos geradores de vendas.

Dados se transformam em vendas
“No varejo de moda o cliente não vai a apenas uma loja. Precisavámos saber qual a menor distância entre as nossas lojas e as dos concorrentes. Integramos tudo com o banco de dados e verificamos a distância do consumidor para as lojas”, explica Eduardo Ferraz de Campos Mônaco, Gerente de Business Intelligence da Lojas Riachuelo.

Com a ajuda da ferramenta desenvolvida pela Geograph, a rede de vestuário espera abrir sete lojas e atingir 124 no total até o final deste ano com base em uma estratégia de inteligência analítica. Além da expansão, desde 2007, a Riachuelo utiliza o MapInfo para auxiliar nos processos de cadastramento e CRM. No primeiro caso, o cadastro para o Cartão Riachuelo foi direcionado para as regiões de maior potencial para prospecção de clientes.

Para transformar estes dados em vendas, o programa encontrou três etapas iniciais de planejamento. Delimitação de área de influência; análise do perfil sócio-demográfico da região e demanda residual – locais de concentração de clientes que já têm o cartão da loja.

Modelagem e Analise Preditiva
O mapeamento dos consumidores integrou o CRM da Riachuelo. A partir deste monitoramento, as ações de relacionamento tornaram-se eventos até para antigos clientes da rede. “As inaugurações de loja se transformaram em oportunidades para reativarmos o contato com uma base de clientes que residem próximo à região”, diz Mônaco. Já a Leroy Merlin fez uma estimativa de potencial de mercado para iniciar seu plano de expansão. O mapeamento da companhia teve foco em modelagem com cliente e faturamento.

A modelagem é um espécie de raio-x das lojas da região. “A geocodificação foi feita nos endereços das lojas atuais com base na performance por zona, a participação com relação a rede e o ticket médio. Para saber qual será a performance de uma nova loja, preciso conhecer os clientes da região e entender porque uma loja funciona melhor que a outra”, ensina Elisabeth Miho Kotani, Gerente de Estudos de Mercado para Expansão da Leroy Merlin.

“A estimativa de potencial de uma loja corresponde a onde estão os seus concorrentes e que fatia de mercado eles atingem”, afirma Elisabeth. Além de estudar o potencial de consumo de uma área no mapa, a Leroy Merlin se preocupa em saber em que regiões atacar sem que a estratégia atrapalhe outras lojas da rede. “Tem que saber como funciona a loja atualmente porque o parâmetro é diferente para cada categoria de produtos”, emenda a Gerente de Estudos de Mercado para Expansão da Leroy Merlin.

Além de mostrar os futuros caminhos para o desenvolvimento de estratégias de Marketing, o MapInfo oferece a Analise Preditiva. Trata-se de tecnologias e metodologias usadas para avaliar problemas em negócios complexos de forma combinada. “Esta ferramenta leva em consideração o volume de demanda não atendida, os objetivos da companhia e suas restrições, as empresas concorrentes naquela região e até a situação política do país”, completa Ricardo Sahagun, Diretor de Vendas da América Latina e Caribe da Pitney Bowes Business Insight.

 

Fonte: Thiago Terra, do Mundo do Marketing

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Mercado de luxo faturou US$ 6,23 bilhões em 2009, afirma pesquisa

Crescimento de 4% em relação a 2008 deixa setor otimista; em 2010 a expectativa é de uma elevação de 22%

 

O mercado de luxo brasileiro faturou US$ 6,23 bilhões em 2009 – crescimento de 4% em relação ao ano anterior – e deve ampliar seu faturamento em 22% este ano, alcançando US$ 7,59 bilhões, segundo a pesquisa “O mercado do Luxo no Brasil – ano IV”, realizada pela MCF Consultoria & Conhecimento e a empresa de pesquisa GfK Brasil.

Realizado entre janeiro e maio de 2010 com uma mostra de 283 empresas que atuam no segmento de luxo ou premium no Brasil, o levantamento avalia o desempenho do setor no país e mensura as expectativas de investimento. Dessas 283 empresas, 95 responderam integralmente à pesquisa. O estudo também contemplou o consumidor do luxo e mapeou as preferências e os gostos de 344 consumidores desse segmento no país.

Os investimentos no setor cresceram no ano passado, saltando de US$ 950 milhões em 2008 para US$ 1,24 bilhão em 2009. Em 2010, porém, há previsão de um pequeno decréscimo nesse valor para US$ 1,21 bilhão.

Apesar da previsão de investir menos, o mercado não teme mais a crise econômica. Enquanto uma pequena fatia do mercado (3%) ainda acredita que os negócios serão muito afetados pela crise, 67% acreditam que não haverá impacto algum. Essa avaliação positiva em relação à crise vai além. Perguntados sobre o restabelecimento, 79% dos entrevistados afirmaram acreditar na recuperação do mercado após a crise e, desses, 66% disseram acreditar na recuperação já em 2010.

Em relação ao futuro, os projetos mais citados pelas empresas foram os de expansão do mercado alvo (33%), fortalecimento da imagem/marca (30%), abertura de lojas próprias (20%) e gestão de relacionamento com o cliente (9%). Dentre os empresários que planejam investir em expansão, 86% pretendem fazê-lo aumentando o número de lojas próprias, 50% aumentando a participação em multimarcas e 7% em quiosques.

Na avaliação das empresas, excluindo São Paulo e Rio de Janeiro, as cidades mais promissoras para a expansão do mercado do luxo são Brasília (53%), Porto Alegre (7%), Curitiba (7%), Salvador (6%), Recife (4%), Belo Horizonte (4%) e Ribeirão Preto (3%). De acordo com os executivos entrevistados, o aumento de unidades será pulverizado entre São Paulo (um crescimento de 54%), Rio de Janeiro (39%), Brasília (39%), Belo Horizonte (31%), além de Porto Alegre, Goiânia, Curitiba e Ribeirão Preto, que reforçam suas respectivas posições como nichos providenciais para o mercado do luxo.

O perfil da empresas
Das empresas estudadas, a maior parte atua no segmento do varejo (61%) . Em seguida aparecem serviços (24%) e produção/indústria (15%). Quanto à atuação específica, 26% são do ramo de moda, 19% atuam na área de calçados, 18% trabalham com confecção/vestuário e 17%, perfumaria.

Sobre a atuação das empresas no exterior, 53% responderam que têm presença fora do país e 39% de seus clientes já realizaram compras da marca fora do Brasil, sendo o preço mais baixo o principal motivador para isso, de acordo com 65% dos entrevistados. Outros fatores que motivam a compra do luxo longe das fronteiras nacionais são variedade e glamour, com 27% e 11% respectivamente.

Para o setor, a marca considerada benchmark nacional é Fasano, com 14%, seguida de perto pela Osklen, com 13%, e H. Stern, com 9%. O benchmark internacional é Louis Vuitton, com 18%, seguida por Hermès, com 12%, e Giorgio Armani, com 5%.

Valores para o cliente
Em 2009, o valor médio da compra do cliente do mercado de luxo diminuiu em 25% em relação ao ano anterior, caindo de R$ 3.454 para R$ 2.726.

Para Carlos Ferreirinha, presidente da MCF Consultoria & Conhecimento, apesar do forte impacto da crise de 2008, o mercado segue em um bom ritmo de crescimento. Já neste ano de 2010, o setor prevê com forte otimismo uma taxa de crescimento de 22%, garantindo a recuperação da atividade em patamares de resultados antes de 2008.

As mulheres representam a maior parcela entre os compradores de artigos de luxo. Apenas 42% dos clientes desse mercado são homens, contra 58% de mulheres. Outro predomínio ocorre no estado de São Paulo, que aumentou sua participação quanto à concentração dos consumidores de luxo no Brasil, passando de 61% para 66%.

A maior parte dos consumidores do segmento (33%) tem entre 26 e 35 anos, enquanto brasileiros entre 36 e 45 anos representam 30% dos clientes. Do total, 47% são pós-graduados e 36% possuem grau universitário de instrução.

Considerando a faixa salarial dos consumidores do luxo, percebe-se que 45% deles têm renda mensal superior a R$ 10 mil e que 47% fazem investimentos pessoais de até R$ 100 mil.

Percepção da população geral sobre o mercado
Para mapear a percepção da população em relação às marcas e os serviços de luxo foram ouvidas 1.000 pessoas, de 12 regiões metropolitanas do país, de todas as classes sociais, homens e mulheres, e com idade acima de 18 anos.

Nessa abordagem, a população brasileira destacou a qualidade como principal motivo de atração para comprar uma marca ou serviço de luxo (38%). Em seguida estão preço (16%) e atendimento personalizado (13%).

 

Fonte: PEGN

Geração Y: o que os jovens querem das empresas?

A pesquisa “A empresa dos sonhos dos jovens”, realizada pela Cia de Talentos, em parceria com a NextView, empresa especializada em mapear tendências para a área de recursos humanos e com a TNS, aponta as 10 empresas mais desejadas pelos jovens e o que eles pensam sobre liderança e carreira. Publicada com exclusividade pela revista HSM Management de Julho/Agosto 2010, o estudo apresenta as seguintes empresas como as mais desejadas:

1º – Google
2º – Petrobras
3º – Unilever
4º – Vale
5º – Natura
6º – Nestlé
7º – Itaú
8º – Rede Globo
9º – Microsoft
10º – AmBev

A pesquisa realizada via internet por meio de um formulário distribuído para mais de 35 mil brasileiros das cinco regiões, com idade média de 24 anos, estudantes e recém-formados de 134 cursos (28% da área de administração), aponta algumas informações que podem desafiar as atuais práticas de gestão de pessoas.

Para 36% dos jovens, fazer aquilo que gosta é o fator mais importante quando se fala em sucesso. Poder fazer as coisas acontecer é para 20% uma das maiores vantagens em ser líder. Em contrapartida, 21% acredita que uma das maiores desvantagens da liderança está ligada a sofrer forte pressão e as cobranças.

Fonte: HSM Online

Os líderes da juventude (Y)

Como prometido, continuo a análise sobre a pesquisa da Empresa dos Sonhos, realizado pela Cia de Talentos. Uma parte dela é reservada a entender quem são os líderes que nós, os jovens da geração Y, elegemos para ter como referência. Chefes, fiquem contentes, vocês estão na décima posição. A última, diga-se de passagem, mas presente na lista, o que é importante. Em terceiro lugar aparece o presidente americano Barack Obama, seguido do presidente brasileiro, o conhecido Lula, que ficou com a segunda posição.

Os Xs, provavelmente acharão estranho ver o Lula na segunda posição. Aos Ys, nem tanto. A questão é que conhecemos um presidente com 85% de aprovação, segundo a pesquisa CNI/Ibope de 26 de junho. Não chegamos a ver o Lula sindicalista. Muitos jovens veem na história dele uma motivação para lutar, isso sem contar que e atual situação do Brasil ajuda em sua imagem. Aliás, os porquês apontados para ele estar em segundo lugar são sua determinação e persistência. Só por curiosidade: nosso presidente aparece na quarta coloção na pesquisa com os jovens argentinos. 
 
O que surpreende é ver o Roberto Justus na primeira colocação. Ele é, relamente, empreendedor, inteligente, competente, tem visão de negócio e é decidido, como apontaram os entrevistados. Mas, acima de tudo, ele apresentou um programa em rede nacional e aberta voltado para esse público. Outro apresentador listado é Sílvio Santos, na nona posição. Isso mesmo, caros Chefes, o dono do SBT aparece acima de vocês. 
 
Entre os outros nomes, estão Bill Gates (8) e Steve Jobs (4). Os empresários brasileiros Abílio Diniz (7) e Eike Batista (5) também são listados. O único nome que não é do mundo corporativo a aparecer na lista é o do treinador da seleção brasileira de vôlei masculino, o Bernardinho, que ficou com a sexta posição.
O mais importante é entender os porquês dos tais nomes. Para os jovens, um líder precisa ser empreendor, determinado, persistente, competente e inteligente. Ao menos são esses os pontos apresentados pelos que responderam a pesquisa. As três primeiras colocações resumem isso. Repare como as história de Lula e Obama têm muito dessas caracteristicas, assim como a de Justus. Então, Chefes, pensem nas suas atitudes a partir desses pontos. Quem sabe, no próximo ano vocês não sobem na pesquisa?Tudo isso me lembrou o discurso do Steve Jobs de uma formatura em Stanford. Vocês já viram?

Não deixem de ver a segunda parte.

Fonte: VCSA

Porque comprar roupa na web é dificil?

ByMK divulga que principais motivos são insegurança, caimento da peça e desconfiança na troca

 

Você compra roupa pela internet? Quais os motivos de não comprar? Uma pesquisa realizada pela byMK revela que fatores como insegurança, caimento da peça, desconfiança na troca e a segurança dos dados na web ainda são pontos que pesam na hora de comprar online. A compra pela internet e itens de moda ainda não faz parte da rotina de grande parte dos usuários online.

Os principais fatores divulgados na pesquisa são: caimento da peça (25%), desconfiança da troca (21%) e a segurança ao colocar dados de cartão de débito ou crédito na loja virtual (21%). Cerca de 12% não adquirem produtos por não saberem suas medidas.

Dos internautas que compram, 21% adquirem roupas, 30% maquiagem, 16% joias, 26% acessórios, 19% calçados e 9% adquirem peças de lingerie e praia. 61% dos entrevistados realizam o pagamento com algum tipo de operação de crédito. A pesquisa revela que 31% pagam à vista, 28% parcelam se não tiver juros, 15% parcelam com ou sem juros, 18% compram com cartão de crédito e apenas 8% usam débito online ou boleto.

Para elaborar o estudo, o byMK enviou um formulário online aos cadastrados na rede social, além da chamada principal na home do site, sem pré-seleção dos respondentes ou definição do perfil desejado. Foram 1.193 respostas em um universo de 400 mil internautas abordados.

 

Fonte: m&monline

Nos supermercados, preço perde importância na compra

Grupo preocupado apenas com preços baixos representa 18% das famílias

 

Preço baixo está perdendo importância como o fator número um na hora de escolher os produtos nos supermercados. Ganhos de renda, inflação controlada e maior oferta de crédito começaram a provocar mudanças nos critérios de consumo das famílias brasileiras nos últimos anos. Atualmente, quase metade dos domicílios tem como prioridade experimentar novos itens (23%) e rapidamente se livrar da incumbência de abastecer a despensa (23%). O grupo que só tem olhos para preço baixo e promoção responde atualmente por 18% das famílias, revela pesquisa da Kantar Worldpanel.

Dois anos atrás, a mesma pesquisa mostrava que havia um empate técnico. Isto é, tanto os consumidores focados em preço baixo quanto os “experimentadores” representavam 20% cada, do total de famílias. Agora, os experimentadores estão ganhando terreno em detrimento do grupo que só olha preços.

“O consumidor não está voltado só para preço como antigamente. Hoje ele avalia a relação custo/benefício do produto. E, com mais folga no bolso, quer experimentar as novidades”, afirma Christine Pereira, diretora da Kantar Worldpanel e responsável pela pesquisa. A enquete consulta semanalmente 8,2 mil lares em todo o País para traçar o perfil de compras de alimentos, bebidas e artigos de higiene pessoal e limpeza doméstica. Ao todo, são mais de 100 categorias de produtos.

 

Fonte: PEGN

Nike rouba o show mesmo sem patrocinar a Copa

Marca se beneficia mais com o evento do que qualquer outro parceiro oficial da Fifa, aponta pesquisa

Aqui vai mais um sinal de que a épica campanha da Nike “Write the Future” está se tornando um dos mais bem-sucedidos esforços de marketing de guerrilha em todos os tempos. De acordo com uma pesquisa da YouGov BrandIndex sobre a percepção do consumidor, realizada nos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha, a Nike está se beneficiando mais com a Copa do Mundo do que qualquer outra marca – apesar de não ser uma das patrocinadoras oficiais do evento.

A empresa de calçados e acessórios deu o maior salto na percepção positiva dos consumidores entre as marcas pesquisadas nos Estados Unidos e no Reino Unido; na Alemanha, foi a quarta marca com maior ascensão. A Nike é patrocinadora de muitos atletas em ação na atual Copa do Mundo e está usando a imagem deles em suas campanhas na Tv e Internet – o vídeo online foi ao ar três semanas antes do início da competição na África do Sul. A pesquisa abordou 5 mil pessoas, em cada país, com a seguinte pergunta: “Se você ouviu algo sobre a marca nas últimas duas semanas, foi positivo ou negativo?”.

Nos Estados Unidos, as marcas que mais cresceram em repercussão positiva foram a Nike, que não é patrocinadora oficial da Copa do Mundo, a ESPN e ABC, que transmitem os jogos da Copa, e a Sony e a Adidas, que são patrocinadores oficiais do evento da Fifa. No Reino Unido, a Nike mais uma vez ocupou a liderança, seguida de quatro patrocinadores da Copa do Mundo: Visa, Sony, Hyundai e Budweiser.

Já na Alemanha, a Coca-Cola registrou o mais crescimento, resultado de uma campanha global altamente integrada e construída em cima da celebração em torno do futebol. Logo atrás, aparecem a Emirates, a Adidas, a Nike e a Continental.

 

Fonte: m&monline

Usuários de internet crescem 1,8% em maio

Categorias que mais cresceram foram viagens, ocasiões especiais, informação corporativa, automotivo e casa e moda

 

O número de usuários ativos no trabalho e em residências cresceu para 37,3 milhões em maio de 2010, crescimento de 1,8% em relação ao mês anterior, de acordo com dados do Ibope Nielsen Online. O acesso à internet em diferentes ambientes (residências, trabalho, escolas, lanhouses, bibliotecas e telecentros), com base no número de brasileiros a partir de 16 anos, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009.

Em maio de 2010, a categoria que apresentou o maior crescimento percentual do número de usuários únicos em relação ao mês anterior foi Ocasiões Especiais, com evolução de 12,1%, chegando a 9,8 milhões de usuários. Em relação a maio de 2009, com 36,9% de evolução vem a categoria Viagens, com 19,9 milhões de usuários únicos em maio de 2010. Ainda dentro dessa categoria, a subcategoria Mapas registrou o maior aumento anual em números absolutos, conquistando mais de 6 milhões de usuários únicos e chegando a 17,3 milhões em maio de 2010.

A causa desse crescimento é explicada por José Calazans, analista de mídia do Ibope Nielsen Online, pelo aumento de microblogs. “Nos últimos três meses, cresceu no Brasil o fluxo de audiência de microblogs para serviços de mapas e localização”, informou José Calazans, diz ele.

Entre as subcategorias que mais ganharam usuários únicos no período de um ano também estão Vídeos e Filmes, Esportes, Buscadores e Comunidades. A subcategoria Comunidades, em que se classificam as redes sociais, os blogs, os bate-papos, os fóruns e outros sites de relacionamento, registrou em maio 87% do total de internautas ativos no Brasil. Esse alcance é o maior entre os países acompanhados com a mesma metodologia.

Fonte: m&moline

Pesquisa da byMK mostra hábitos na web

Estudo revela que 85% dos entrevistados usam o Orkut, 48% participam do Twitter e 42% do Facebook

 

A rede social byMK realizou uma pesquisa sobre hábitos de consumo na internet. Segundo o estudo, em relação ao uso de redes sociais, 85% dos entrevistados usam o Orkut, 48% participam do Twitter e 42% do Facebook. Já e-mail e Instant Messengers são usados várias vezes ao dia por 56% dos respondentes.

Para elaborar o estudo foram colhidas 1.193 respostas em um universo de 400 mil internautas abordados. A pesquisa foi realizada junto aos usuários do byMK, que são 97% formados por mulheres e 3% são homens. A maioria dos respondentes tem idade entre 20 e 40 anos, sendo 80% pertencente à classe AB.

byMK
A compra pela internet e itens de moda ainda não faz parte da rotina de grande parte dos usuários. Os principais fatores são as dúvidas sobre o caimento da peça (25%), desconfiança da troca (21%) e a segurança ao colocar dados de cartão de débito ou crédito na loja virtual (21%). Cerca de 12% não adquirem produtos por não saberem suas medidas.

Dos internautas que compram, 21% adquirem roupas, 30% maquiagem, 16% joias, 26% acessórios, 19% calçados e 9% adquirem peças de lingerie e praia. 61% dos entrevistados realizam o pagamento com algum tipo de operação de crédito. Entre as formas de compra, 31% pagam à vista, 28% parcelam se não tiver juros, 15% parcelam com ou sem juros, 18% compram com cartão de crédito e apenas 8% usam débito online ou boleto.

 

Fonte: m&monline

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