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Riachuelo e Leroy Merlin usam georreferenciamento para projetar expansão

Empresas utilizam software para monitorar e conhecer regiões com potencial para novas lojas

 

Informação e geografia não costumavam fazer parte do vocabulário do profissional de Marketing, mas são fundamentais para desenhar um projeto. Leroy Merlin e Riachuelo são algumas das empresas que já integraram softwares em suas estratégias de Marketing e perceberam que geocodificar os dados dos clientes torna-se uma poderosa ferramenta de segmentação.

A expansão de lojas da Leroy Merlin em São Paulo contou com um estudo detalhado das regiões de interesse e das que já comportavam pontos de venda da rede. Com base nas informações coletadas, a empresa obteve dados sobre o possível desempenho de vendas antes de iniciar a ampliação das lojas.

Na Riachuelo – que usou o MapInfo, mesmo software da Leroy Merlin – o objetivo foi fazer o georreferenciamento de 28 milhões de endereços em São Paulo, codificando desde CEPs das suas lojas de rua e de shoppings, às empresas concorrentes e os pólos geradores de vendas.

Dados se transformam em vendas
“No varejo de moda o cliente não vai a apenas uma loja. Precisavámos saber qual a menor distância entre as nossas lojas e as dos concorrentes. Integramos tudo com o banco de dados e verificamos a distância do consumidor para as lojas”, explica Eduardo Ferraz de Campos Mônaco, Gerente de Business Intelligence da Lojas Riachuelo.

Com a ajuda da ferramenta desenvolvida pela Geograph, a rede de vestuário espera abrir sete lojas e atingir 124 no total até o final deste ano com base em uma estratégia de inteligência analítica. Além da expansão, desde 2007, a Riachuelo utiliza o MapInfo para auxiliar nos processos de cadastramento e CRM. No primeiro caso, o cadastro para o Cartão Riachuelo foi direcionado para as regiões de maior potencial para prospecção de clientes.

Para transformar estes dados em vendas, o programa encontrou três etapas iniciais de planejamento. Delimitação de área de influência; análise do perfil sócio-demográfico da região e demanda residual – locais de concentração de clientes que já têm o cartão da loja.

Modelagem e Analise Preditiva
O mapeamento dos consumidores integrou o CRM da Riachuelo. A partir deste monitoramento, as ações de relacionamento tornaram-se eventos até para antigos clientes da rede. “As inaugurações de loja se transformaram em oportunidades para reativarmos o contato com uma base de clientes que residem próximo à região”, diz Mônaco. Já a Leroy Merlin fez uma estimativa de potencial de mercado para iniciar seu plano de expansão. O mapeamento da companhia teve foco em modelagem com cliente e faturamento.

A modelagem é um espécie de raio-x das lojas da região. “A geocodificação foi feita nos endereços das lojas atuais com base na performance por zona, a participação com relação a rede e o ticket médio. Para saber qual será a performance de uma nova loja, preciso conhecer os clientes da região e entender porque uma loja funciona melhor que a outra”, ensina Elisabeth Miho Kotani, Gerente de Estudos de Mercado para Expansão da Leroy Merlin.

“A estimativa de potencial de uma loja corresponde a onde estão os seus concorrentes e que fatia de mercado eles atingem”, afirma Elisabeth. Além de estudar o potencial de consumo de uma área no mapa, a Leroy Merlin se preocupa em saber em que regiões atacar sem que a estratégia atrapalhe outras lojas da rede. “Tem que saber como funciona a loja atualmente porque o parâmetro é diferente para cada categoria de produtos”, emenda a Gerente de Estudos de Mercado para Expansão da Leroy Merlin.

Além de mostrar os futuros caminhos para o desenvolvimento de estratégias de Marketing, o MapInfo oferece a Analise Preditiva. Trata-se de tecnologias e metodologias usadas para avaliar problemas em negócios complexos de forma combinada. “Esta ferramenta leva em consideração o volume de demanda não atendida, os objetivos da companhia e suas restrições, as empresas concorrentes naquela região e até a situação política do país”, completa Ricardo Sahagun, Diretor de Vendas da América Latina e Caribe da Pitney Bowes Business Insight.

 

Fonte: Thiago Terra, do Mundo do Marketing

Facebook tem 44% do compartilhamento na web

Cerca de 7 milhões de domínios no mundo utilizam a ferramenta AddThis para compartilhamento de informações. Com isso, mais de um bilhão de pessoas são impactados por mês com auxílio do widget. Pensando nisso, a empresa criou um infográfico para mostrar algumas estatísticas sobre seu uso em 2010.

A rede social de Mark Zuckerberg se consolidou como campeã das ocorrências – disputando com mais de 300 serviços. 44% de tudo o que é compartilhado pelo AddThis vai para o Facebook, que bateu sua marca de 2009 (33%). Mas o aumento pode estar diretamente relacionado com o incremento do botão “Like”.

Em termos de crescimento, o Gmail foi campeão. Mesmo tendo apenas 1/3 da quantidade de usuários do Facebook, o serviço de e-mail do Google teve alta de 394% e deixou para trás StumbleUpon (254%), Orkut (que também criou seu próprio “Like” e cresceu 212%), Yahoo! Mail (179%), Facebook (163%) e Twitter (105%).

É..qual será o próximo desafio.

Fonte:  Mashable

Geomarketing: o que você ganha com isso

Estudo de segmentação baseado em localização não é novidade, mas ganha força e é usado por empresas como Pão de Açúcar e O Boticário

 

Muitas vezes, o Marketing é acusado de ser o vilão em histórias de fracassos de empresas. O problema, na maioria dos casos, está na falta de estudos que balizem as ações e os projetos realizados. É neste contexto que se insere o Geomarketing, uma ferramenta desenvolvida para, basicamente, determinar o potencial de consumo de uma região e de implantação de uma nova marca. Há diversas outras ferramentas que devem ser utilizadas para obter o retorno sobre o investimento desejado, cada qual com sua especialidade. Atualmente, o Geomarketing tem atuado principalmente para ajudar nas estratégias de expansão de redes varejistas.

Setores que também se destacam na utilização da ferramenta são os de telecomunicações, financeiro, imobiliário e turismo.  Mas, de forma geral, todos podem se beneficiar com o Geomarketing, também conhecido como Georreferenciamento. Empresas de consumo massivo encontram no conceito uma forma de saber em que tipo de varejo apostar mais fichas e onde o produto tem maior penetração. O estudo pode ser aplicado na produção, na estratégia de relacionamento, na abertura de lojas, na parceria com grandes marcas e até como forma de medir o retorno das ações de Marketing. 

O conceito é uma forma de segmentar geograficamente, encontrando perfis específicos de consumidores em determinadas regiões com diferenças comportamentais, culturais, sócio-econômicas, religiosas, entre outras. O Geomarketing é, portanto, essencial para que as companhias enxerguem o seu público-alvo em potencial antes de abrir um novo ponto de venda ou de lançar um produto em determina região.

Estratégia com base na geografia
Veja o exemplo do Pão de Açúcar. A marca principal do Grupo é direcionada para o consumidor que busca alta qualidade, atendimento diferenciado, diversificação selecionada, além de soluções eficientes e inovadoras. Por outro lado, a bandeira Compre Bem/Sendas identifica-se com a mulher batalhadora, de orçamento restrito, que gerencia o lar, e o supermercado geralmente está localizado nas periferias. Já o Hipermercado Extra oferece variedade a preços competitivos em diversas regiões de uma mesma cidade, enquanto o Extra-Eletro é especializado em eletroeletrônicos, móveis e itens de bazar. Há ainda o Extra-Fácil e o Extra-Perto, que são supermercados de fácil acesso para atender bairros específicos, além da marca Assai, cujo foco são pequenos varejistas e atacadistas.

Outra empresa que não viveria sem o Geomarketing é a Domino’s Pizza. Eles usam o conceito para poder tangibilizar o posicionamento: “Entrega em 30 minutos ou a pizza é de graça”. A rede norte-americana, que foi adquirida pelo Grupo Umbria em 2004 no Brasil e ganhou espaço no Rio de Janeiro, agora tem como foco a expansão no mercado paulistano. De acordo com um estudo de Geomarketing do Umbria, a cidade oferece 51 regiões com potencial para a Domino’s. Hoje com três lojas em atividade e quatro em obras em São Paulo, o Grupo busca implementar a marca com a característica do estado, como a massa “paulista” – mais fina que a tradicional – adaptando assim o mix de produtos para o consumidor local.

Como a missão da empresa é conseguir entregar pizzas quentinhas em até 30 minutos, estar no trânsito caótico da maior cidade da América Latina é um desafio a mais. Por isso, os pontos de venda são escolhidos com base no Golden Mile, um formato de medida americana, para atender os domicílios presentes em um raio de 1,6 km. Desde o layout da loja, até a linha de produção, tudo é feito neste raio que abrange cerca de 20 mil casas. Este número poderia até parecer tímido não fosse a contribuição que o Geomarketing dá ao indicar o potencial de consumo de milhares de residências juntas.

Definição do local
Entender cada segmentação serve como ponto de partida para o lançamento e desenvolvimento de produtos e de novas lojas. Descobrir qual região é a mais adequada para um teste de determinado produto, serviço ou ponto de venda, por exemplo, varia de acordo com o objetivo de cada empresa. Ao contrário do que muitos pensam, não é possível estabelecer uma cidade-teste. Apesar de municípios como Curitiba serem associados a modelos de avaliação, é necessário selecionar cidades que tenham a ver com a estratégia da marca.

Os mais indicados são lugares onde representem o máximo possível o público-alvo que a companhia deseja atingir. E é aqui que entra o Geomarketing, indicando estes locais. A função do Geomarketing é descobrir cidades que sejam representativas para o negócio. Por isso ele é importante dentro da estratégia de O Boticário. Das 2840 lojas, 68% estão localizadas em ruas. Só elas correspondem a 55% do faturamento do grupo. Os shoppings são os endereços de 15% dos pontos de venda, que representam 30% da receita da marca que abre, em média, 200 lojas por ano. O restante está em centros comerciais e afins.

As diferenças regionais fizeram o projeto de expansão da empresa dividir o Brasil em três grupos. Os municípios onde não havia lojas, os que possuem poucos pontos de venda e as grandes cidades. Para cada modelo, a companhia dispõe de 40 consultores que avaliam os espaços e dão o aval para o início do projeto de construção de uma nova loja. Depois de verificar o potencial destas regiões, a rede se baseia em um sistema de filtros estatísticos que avalia a renda média dos habitantes da região, o seu potencial de mercado, o custo por metro quadrado e o retorno para o franqueado.

Formatos de lojas
Apesar de parecer mais fácil, dos grandes municípios brasileiros avaliados no processo de expansão, apenas 60% deles ofereceram reais condições de efetivar a expansão da rede. “Abrir novas lojas, relocalizar, ampliar os pontos de venda e padronizar a arquitetura são movimentos feitos ao mesmo tempo. Demanda ferramentas de gestão. Por isso criamos o Sistema de Gerenciamento de Processos Construtivos”, aponta Osvaldo Braga Moscon, Gerente Executivo de Canais de Vendas de O Boticário.

O planejamento de expansão das lojas teve forte crescimento no faturamento dos pontos de venda de rua. Em algumas delas, a movimentação de consumidores é maior do que qualquer shopping poderia ter. “O número de pessoas que entra nas lojas de rua O Boticário é menor do que nos shoppings. As lojas de rua têm menor capacidade de captar, mas tem um índice de conversão maior do que o dos shoppings”, diz Moscon.

O comércio de rua atrai principalmente os consumidores que residem próximos a ele. O tempo máximo de deslocamento que o cliente suporta para chegar ao local de compras é de até 15 minutos, segundo um estudo interno da companhia. A diferença dos shoppings é que a população flutuante não mora perto, mas trabalha próxima destes centros ou estão de passagem pela região por um motivo qualquer. Para fazer disso uma oportunidade, O Boticário investe em Geomarketing, fazendo o cruzamento de dados como a renda média dos consumidores da região e o número da população flutuante do pólo.

Raio X da região
Para escolher os locais ideais para abertura ou reforma das lojas, a empresa estuda a densidade do comércio daquela região, o número de pontos comerciais e até a correlação dos segmentos de outras lojas com os produtos O Boticário. A origem e o destino dos consumidores que entram nas lojas de rua também fizeram parte do estudo que validou a expansão da marca de cosméticos. “Uns saíram de casa para comprar, outros estavam voltando do trabalho. Ao compararmos as lojas de rua com as de shopping, de supermercados e as de galerias, verificamos que 50% dos que passavam por ela efetuaram uma compra”, conta o Gerente Executivo de Canais de Vendas do Boticário.

Em um processo de relocalização, O Boticário transferiu uma loja de rua para outro logradouro na mesma região, já que a fachada era obstruída por uma árvore. No novo endereço, o número de pessoas dobrou e, consequentemente, aumentou a receita da loja. Em uma outra ocasião, uma simples mudança de uma rua para outra fez com que o trânsito de consumidores passasse de 200 para 600 pessoas a cada hora. Tudo isso, graças ao Geomarketing.

* com reportagem de Sylvia de Sá e Thiago Terra

 

Fonte: Mundo do Marketing e Revista Venda Mais

Crystal Fashion XXIII – Lounges

Eu não poderia perder o Crystal Fashion deste final de ano, afinal lá encontramos tendências e o pessoal capricha nos stands, ou lounges como preferir.

Um destaque especial ao lounge da Construtora LN que arrasou no visual vermelho e ainda tinha uma simpática fotógrafa nos atendendo, o que cá entre nós, faz total diferença em um atendimento.

Sala de Imprensa
A equipe de criação da Nossa Casa optou por priorizar uma iluminação ideal aliada à temperatura conveniente e à tecnologia de ponta. O objetivo é que os trabalhos possam ser realizados com dinamismo e eficiência. Buscando uma leveza na concepção, a mobília que é da Flexiv, parceira do evento, ocupa pouco espaço, deixando, desta forma, uma ampla área de integração e de movimentação das equipes de reportagem durante as entrevistas. A intenção foi de surpreender e transformar o local em um misto de lounge e agência de notícia. Para a decoração, foram utilizadas plotagens de vários fotógrafos e jornalistas em ação, que podem ser vistas como plano de fundo no espaço reservado para as entrevistas. A sinalização do lounge é feita com letras que ocupavam uma extensão de 10 metros.
 
Lounge Crystal “Jardim de Verão”
O lounge “Jardim de Verão” tem o objetivo de lembrar o interior de uma residência. Priorizando o conforto, o espaço mostrou que o shopping é a segunda casa dos clientes. Com a decoração assinada pela arquiteta Mariana Brofman, os objetos de destaque são janelas que mostram a beleza natural do verde. O espaço contou ainda com plotagens com a intenção de recriar uma residência com bosque.

Lounge Salão idée
O Salão Idée está movimentando o Crystal Fashion com uma ampla variedade de surpresas para o público. O destaque do lounge ficou por conta de um telão em que sforam exibidos, em três dimensões, vídeos que contaram sobre o Projeto Cultura de Inclusão Social, que o Salão participa. O espaço contou com a parceria do Instituto Beleza Brasil (IBB) e do Spa Blumen.

Lounge Brava Beach
“Vida Plena – Vida na Praia”. Este foi o conceito do lounge comandado pelo Brava Beach International, a nova geração de condomínios de luxo que está sendo construída em Santa Catarina. Pela primeira vez no Crystal Fashion, o objetivo da empresa foi divulgar o empreendimento e também estreitar o relacionamento com os curitibanos. A ambientação foi desenvolvida pela arquiteta Margareth da Silva e sugere um local elegante, sem ostentações, agradável e que valoriza o conforto. A ideia consistiu em lembrar uma sala de estar de frente para o mar. Um painel fotográfico da Praia Brava é o destaque da decoração.
    
Lounge Delatia Bolsas
Com o conceito “Delatia um ano: faça parte dessa história”, a Delatia Bolsas apresentou o lounge exclusivo que está nos corredores do Crystal Fashion. Com projeto assinado pelo arquiteto Rafael Herada, a comunicação visual do espaço trouxe como foco a interatividade e a comemoração. O ambiente foi composto por painéis interativos, em que as pessoas podem tirar fotos descontraídas. Nos painéis, os visitantes dividiram espaço com fotografias de celebridades do mundo da moda segurando bolsas da Delatia.

Lounge RB/Havaianas
O jornalista e embaixador da Havaianas no Paraná, Ruy Barrozo, preparou mais uma vez um lounge especial para os visitantes do Crystal Fashion. Em um espaço projetado pelo arquiteto Eduardo Mourão, que trouxe como características a atmosfera cenográfica e barroca e também a presença de sofisticados lustres dourados. O “lounge bar” prioriza em seus detalhes o luxo e a sofisticação. Os parceiros do espaço são: Altos Agitos, All Signs, Clockwork, Decorvidro, Diva, Eduardo Mourão, Hotel Deville Rayon, Hum Cupcakes, InComun, Madfloor, Magic Hologram, Maria Ignez Simões, Masdar, Next Magazine, Soft Vídeo, Spaipa, TVA e Top View.

Lounge Galeria VOi
Os corredores do Crystal Fashion recebem mais uma vez o lounge da Revista VOi, que trouxe em seu projeto a assinatura de Daniella Fanaya e Rubens Portella. O objetivo do projeto destinado à revista consistiu em aliar no mesmo espaço uma vinícola e um bar – a Itália e o México – através da galeria VOi. Além das cores escuras presentes na galeria, foi criado um piso colorido fluorescente – refletindo uma tendência da moda verão 2010/2011. A estampa presente na decoração do espaço fez referência aos países México e Itália. O lounge recebeu o apoio de Zapata Mexican Bar, Vinícola Giorgi, Di Lusso e Imagem S.A.

Lounge Pashmina
Com uma linha de ambientação rústica, o lounge da marca Pashmina esperou pelos visitantes do XXIII Crystal Fashion. Entre os destaques da decoração estavam armários de demolição e também mantas. Um detalhe chamou a atenção dos fashionistas – no local foi possível conferir os lançamentos em produtos para o verão 2011 com uma grande variedade de lenços, echarpes e pashminas.

Lounge Grupo Noster
O Grupo Noster também está presente no XXIII Crystal Fashion, apresentou em seu lounge um projeto criado pela arquiteta Anne Liz Tacla Riskalla. A linha de ambientação segue um estilo contemporâneo. Como destaque, modelos aparecem em um jardim com base de vidro com o objetivo oferecer ao público a impressão de que elas estão flutuando em meio às imagens da empresa. O espaço traz ainda painéis de fotos com manequins e modelos vestindo criações de estilistas inspiradas nos ramos de negócios do Grupo Noster. Os parceiros do espaço são Anne Liz Riskalla, Destilaria do Audiovisual, GreyHouse Iluminação, Natur, Espaço Goya, Rivabem Plantas e AcustiMóveis.

Construtora LN
A construtora LN tingiu de vermelho o Crystal Fashion. Com o lounge “Red Lounge LN”, a empresa utilizou no espaço principalmente a cor vermelha – o objetivo é divulgar a construção do empreendimento “Red Curitiba”, da Construtora LN e da PDG Realty. Para a decoração o designer Marcos Soares utilizou cadeiras de designers reconhecidos mundialmente, todas personalizadas no tom vermelho. A intenção é destacar a contemporaneidade, presente na arquitetura do novo empreendimento.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lounge Band / TVA
O arquiteto Flávio Monastier assinou o lounge da Band e apresentou na decoração do ambiente uma linha contemporânea com design conceitual. O ambiente proposto tratou-se de um estúdio de gravação e transmissão ao vivo. Com iluminação cênica, painéis de vidro iluminados e um design inovador e ousado, o lounge trouxe um mobiliário conceitual, com peças levadas à exposição internacional. O espaço teve como parceiros a Ronconi e a TVA.

Lounge Gazeta do Povo
O lounge do jornal Gazeta do Povo oferece a proposta de dialogar com os consumidores do veículo, em especial os leitores do caderno jovem Gaz+. A ambientação sugeriu uma espécie de GarageBand, local em que as novas bandas novas costumam tocar. Nas paredes foi desenvolvida uma arte que segue a linha de criação assumida para a identidade da nova marca, sendo que a aplicação foi feita com grafite. No lounge foi montado um palco com toda a estrutura de som, luz e telas de LCD utilizando jogos de computador para uma dinâmica de grupo. O público teve à disposição ainda três laptops para acessar o site do jornal e conferir as novidades do Gaz+.

 

Fonte: http://www.crystalfashion.com.br/ e facebook red curitiba

Vídeo – A História da Biruta

Conheça os jovens empreendedores que transformaram o marketing de guerrilha em negócio e já faturam R$ 7,5 milhões

 

Eles são jovens, divertem-se no trabalho e têm planos ambiciosos. As premiadas estratégias de marketing dos guerrilheiros loucos da Birutas Mídias Mirabolantes fizeram da empresa um modelo de empreendedorismo.

 

 

Fonte: Época Negócios

Como adaptar a gestão para a Geração Y?

Aproveitar ao máximo as qualidades desses jovens e trabalhar a favor da coexistência das diferentes gerações é o melhor caminho, afirma sócia-diretora da NextView People

 

Você já experimentou fazer uma pesquisa no Google sobre a Geração Y? Sou usuária assídua desta ferramenta e também extremamente curiosa sobre como as pessoas enxergam os jovens, portanto já fiz esta pesquisa algumas vezes, para não dizer muitas, e confesso que a cada dia fico mais impressionada com a quantidade e variedade de artigos sobre o tema.

O termo Geração Y apareceu pela primeira vez nos Estados Unidos no início dos anos 90. Desde então, o assunto tem sido discutido no mundo empresarial e, por consequência, nos diferentes meios de comunicação. Grande parte do conteúdo já publicado tem como objetivo caracterizar os jovens pertencentes a esta geração, abordando seus interesses, valores, desejos e o que devemos esperar deles enquanto profissionais. Este também era o objetivo da maioria das empresas que entravam em contato conosco há alguns anos. Queriam que conversássemos com seus gestores e líderes sobre os jovens da Geração Y, para ajudá-los a entender sobre seus hábitos e valores tão peculiares.

Com o tempo – e com a ajuda de diferentes mídias e do Google –, as empresas passaram a conhecer o termo Geração Y e as principais características dos jovens pertencentes a ela, mas por algum motivo haviam construído uma imagem pessimista sobre eles enquanto profissionais. No inicio, fiquei intrigada. Não que estes jovens sejam perfeitos (afinal ninguém é, certo?), mas também não eram o anúncio do fim dos tempos. O que fazia com que fossem vistos apenas pelo viés de seus gaps?

A resposta era mais simples do que imaginava: quando temos uma situação nova (quem são os jovens da Geração Y?) tentamos aproximá-la de situações já conhecidas, sejam iguais ou semelhantes (o que sabemos dos profissionais das outras gerações?) para identificar as melhores ferramentas para lidar com ela. Na prática, comparamos os jovens da Geração Y com as gerações anteriores e descobrimos tudo o que eles não eram: não eram comprometidos como eram os Veteranos, não eram engajados como os Baby Boomers, não eram flexíveis como a Geração X.

Realmente não eram (e não são) iguais, mas isto não é necessariamente um problema! Nosso recente trabalho dentro das empresas tem sido orientá-las a entenderem estes jovens a partir do que eles são: inteligentes, multimídias, prezam a transparência, acreditam nas ferramentas colaborativas, compartilham ideias e informações, entendem que o bom produto é aquele que possibilita uma boa experiência, desejam crescer rapidamente, querem dar resultados, querem aprender, gostam de feedback mas não sabem como usá-lo, aceitam desafios e não têm medo de ousar.

Estamos ajudando gestores e líderes a entenderem como podem aproveitar ao máximo cada uma dessas características a favor da empresa e dos negócios, como potencializar aquilo que precisam e como desenvolver aquilo que ainda não está pronto ou adequado para a realidade de mercado. Por meio de encontros, palestras e workshops, estimulamos a reflexão dos gestores sobre o tema; ao apresentarmos o modus operandi da Geração Y, o líder começa a desenhar novas estratégias para incluir este jovem nos processos de decisão e inovação da empresa, assim como em qualquer outro processo onde o empenho, o foco em resultados e a aprendizagem sejam importantes. Os resultados costumam ser muito positivos!

Tem sido muito interessante acompanhar essas novas movimentações. Grande parte das empresas estão realmente empenhadas em difundir entre seus líderes e gestores este olhar diferente para a Geração Y. Temos exemplos de organizações que estão revendo seus valores, culturas e processos para incorporar alguns hábitos e crenças desta nova geração; revendo seu processo de recrutamento e seleção, de desenvolvimento, de preparação para a liderança e sucessão a fim de realmente atrair e reter esses jovens.

Essas mudanças estão em curso, o que significa que ainda não é possível observar todos os resultados. Mas ao acompanhar diferentes empresas, dos mais diversos segmentos e portes, podemos dizer que as empresas estão trabalhando a favor da coexistência das diferentes gerações em um mesmo ambiente de trabalho, algo que, se soubermos aproveitar, será de grande valia para os negócios e para o desenvolvimento profissional.

Danilca Galdini (Graduada em Psicologia pela PUC –SP. Atualmente é sócia-diretora da NextView People, empresa especializada em realizar  estudos e pesquisas com o objetivo de identificar tendências para o segmento de Recursos Humanos)

HSM Online
11/08/2010

Yahoo! Big Idea Chair | Mini-agência

 

Você já imaginou uma agência de publicidade formada por crianças?
Foi essa a ideia da agência Tudo e Yahoo! para o lançamento do Big Idea Chair 2010, que é uma premiação para o mercado publicitário realizada em 13 países, e dessa vez chega a 4ª edição.

Nessa edição, o hotsite contará com um reality show de 5 crianças que receberão briefings de ações sociais e devem criar campanhas integradas, apresentando-as através de desenhos. A produção do web reality contou com a captação de 10 câmeras escondidas pela casa.
Confira o primeiro episódio:

No site estarão todos os vídeos e mais informações sobre a inscrição de cases para o prêmio.
Achei genial! E não vejo a hora de ver os próximos episódios.

 

Fonte: Comunicadores

Mercado de luxo faturou US$ 6,23 bilhões em 2009, afirma pesquisa

Crescimento de 4% em relação a 2008 deixa setor otimista; em 2010 a expectativa é de uma elevação de 22%

 

O mercado de luxo brasileiro faturou US$ 6,23 bilhões em 2009 – crescimento de 4% em relação ao ano anterior – e deve ampliar seu faturamento em 22% este ano, alcançando US$ 7,59 bilhões, segundo a pesquisa “O mercado do Luxo no Brasil – ano IV”, realizada pela MCF Consultoria & Conhecimento e a empresa de pesquisa GfK Brasil.

Realizado entre janeiro e maio de 2010 com uma mostra de 283 empresas que atuam no segmento de luxo ou premium no Brasil, o levantamento avalia o desempenho do setor no país e mensura as expectativas de investimento. Dessas 283 empresas, 95 responderam integralmente à pesquisa. O estudo também contemplou o consumidor do luxo e mapeou as preferências e os gostos de 344 consumidores desse segmento no país.

Os investimentos no setor cresceram no ano passado, saltando de US$ 950 milhões em 2008 para US$ 1,24 bilhão em 2009. Em 2010, porém, há previsão de um pequeno decréscimo nesse valor para US$ 1,21 bilhão.

Apesar da previsão de investir menos, o mercado não teme mais a crise econômica. Enquanto uma pequena fatia do mercado (3%) ainda acredita que os negócios serão muito afetados pela crise, 67% acreditam que não haverá impacto algum. Essa avaliação positiva em relação à crise vai além. Perguntados sobre o restabelecimento, 79% dos entrevistados afirmaram acreditar na recuperação do mercado após a crise e, desses, 66% disseram acreditar na recuperação já em 2010.

Em relação ao futuro, os projetos mais citados pelas empresas foram os de expansão do mercado alvo (33%), fortalecimento da imagem/marca (30%), abertura de lojas próprias (20%) e gestão de relacionamento com o cliente (9%). Dentre os empresários que planejam investir em expansão, 86% pretendem fazê-lo aumentando o número de lojas próprias, 50% aumentando a participação em multimarcas e 7% em quiosques.

Na avaliação das empresas, excluindo São Paulo e Rio de Janeiro, as cidades mais promissoras para a expansão do mercado do luxo são Brasília (53%), Porto Alegre (7%), Curitiba (7%), Salvador (6%), Recife (4%), Belo Horizonte (4%) e Ribeirão Preto (3%). De acordo com os executivos entrevistados, o aumento de unidades será pulverizado entre São Paulo (um crescimento de 54%), Rio de Janeiro (39%), Brasília (39%), Belo Horizonte (31%), além de Porto Alegre, Goiânia, Curitiba e Ribeirão Preto, que reforçam suas respectivas posições como nichos providenciais para o mercado do luxo.

O perfil da empresas
Das empresas estudadas, a maior parte atua no segmento do varejo (61%) . Em seguida aparecem serviços (24%) e produção/indústria (15%). Quanto à atuação específica, 26% são do ramo de moda, 19% atuam na área de calçados, 18% trabalham com confecção/vestuário e 17%, perfumaria.

Sobre a atuação das empresas no exterior, 53% responderam que têm presença fora do país e 39% de seus clientes já realizaram compras da marca fora do Brasil, sendo o preço mais baixo o principal motivador para isso, de acordo com 65% dos entrevistados. Outros fatores que motivam a compra do luxo longe das fronteiras nacionais são variedade e glamour, com 27% e 11% respectivamente.

Para o setor, a marca considerada benchmark nacional é Fasano, com 14%, seguida de perto pela Osklen, com 13%, e H. Stern, com 9%. O benchmark internacional é Louis Vuitton, com 18%, seguida por Hermès, com 12%, e Giorgio Armani, com 5%.

Valores para o cliente
Em 2009, o valor médio da compra do cliente do mercado de luxo diminuiu em 25% em relação ao ano anterior, caindo de R$ 3.454 para R$ 2.726.

Para Carlos Ferreirinha, presidente da MCF Consultoria & Conhecimento, apesar do forte impacto da crise de 2008, o mercado segue em um bom ritmo de crescimento. Já neste ano de 2010, o setor prevê com forte otimismo uma taxa de crescimento de 22%, garantindo a recuperação da atividade em patamares de resultados antes de 2008.

As mulheres representam a maior parcela entre os compradores de artigos de luxo. Apenas 42% dos clientes desse mercado são homens, contra 58% de mulheres. Outro predomínio ocorre no estado de São Paulo, que aumentou sua participação quanto à concentração dos consumidores de luxo no Brasil, passando de 61% para 66%.

A maior parte dos consumidores do segmento (33%) tem entre 26 e 35 anos, enquanto brasileiros entre 36 e 45 anos representam 30% dos clientes. Do total, 47% são pós-graduados e 36% possuem grau universitário de instrução.

Considerando a faixa salarial dos consumidores do luxo, percebe-se que 45% deles têm renda mensal superior a R$ 10 mil e que 47% fazem investimentos pessoais de até R$ 100 mil.

Percepção da população geral sobre o mercado
Para mapear a percepção da população em relação às marcas e os serviços de luxo foram ouvidas 1.000 pessoas, de 12 regiões metropolitanas do país, de todas as classes sociais, homens e mulheres, e com idade acima de 18 anos.

Nessa abordagem, a população brasileira destacou a qualidade como principal motivo de atração para comprar uma marca ou serviço de luxo (38%). Em seguida estão preço (16%) e atendimento personalizado (13%).

 

Fonte: PEGN

A trajetória da Mormaii

Pediatra de formação, Marco Aurélio Raymundo, 61 anos, criou uma marca referência para quem pratica esportes aquáticos no Brasil e em mais 84 países

 

Filosofia de vida – “Cheguei a Garopaba em 1974, disposto a viver de maneira mais alternativa. Na época, a vila não tinha nem mesmo luz elétrica. Fundei o primeiro posto de saúde da região e, nas horas vagas, surfava. Para enfrentar as águas geladas, costurei um macacão de neoprene na garagem de casa. Os amigos gostaram e fizeram as primeiras encomendas. Aos poucos, troquei a medicina pelo novo negócio.”

Cartilha própria – “Você só consegue o comprometimento da equipe quando compartilha as suas paixões. Boa parte dos funcionários da empresa pega onda junto comigo na hora do expediente. Somos os principais pilotos de teste da marca.”

Tropeço – “Nos anos 80, um cliente deixou de pagar um pedido e por pouco não quebramos. Naquela época, enfrentávamos uma inflação de 30% ao mês. As dívidas chegaram a US$ 1 milhão. Só sobrevivi porque um fornecedor argentino, disposto a encerrar os negócios, me vendeu um grande lote de neoprene para ser quitado um ano depois. Com isso, consegui me reerguer.”

Pioneirismo – “Fui o primeiro a criar uma roupa de neoprene para a prática de surfe no Brasil. Em 2007, saímos na frente, também, ao lançar o Neocycle, chinelo feito de neoprene reciclado. A produção de 5 milhões de pares acabou com o problema de descarte das sobras de matéria-prima nos aterros sanitários.”

Licenciamento – “Foi o pilar do crescimento da marca. Com as licenças, diminuí o custo operacional, aumentei as opções de produtos e me concentrei na fabricação do carro-chefe da marca: as roupas de neoprene.”

MORMAII

O QUE É: indústria de roupas e acessórios para a prática de esportes aquáticos, criada em 1976, em Garopaba (SC). Tem 30 lojas franqueadas, 22 mil pontos de venda no Brasil e exporta para 84 países
O QUE OFERECE: mais de 2 mil produtos fabricados por 30 empresas licenciadas e pela própria Mormaii. O forte do catálogo são as roupas de neoprene para surfe e mergulho
ESTRUTURA: são 200 funcionários e uma unidade fabril com 6 mil m²
FATURAMENTO 2010 (PROJETADO): R$ 300 milhões

 

Fonte: PEGN

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