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Ticket estacionamento que mostra vagas?

Sabe quando você liga o piloto automático e deixa o carro no estacionamento e quando volta para pega-lo não lembra mais onde ele está? Pois é, tenho amigos que chegaram ao ponto de fazer uma ronda junto com o guardinha pelos andares para achar o carro porque esqueceu com-ple-ta-men-te onde ele estava. É de morrer de rir (depois que aconteceu né?).

E para solucionar esse pequeno momento de distração que causa um medo gelado no estômago quando não acha o carro, os designers Shih Chang-Chi, Huang Shao-Heng e Wang Shou-Yu, pensaram em um ticket de estacionamento que além de indicar onde a pessoa pode estacionar, ajuda também a lembrar onde deixou o seu carro. Pensa que maravilha!

O funcionamento é simples: A cancela imprime um mapa do estacionamento, mostrando qual local está livre para o cliente deixar o seu automóvel. Daí é só estacionar e, se na hora de ir embora o cliente não se lembrar onde fica a vaga, é só usar o ticket como guia até o carro. Perfeito!!

 

Chega de ficar dando voltas para achar uma vaga e depois outras voltas para achar o carro!!

Fonte: Comunicadores

Livraria animada

Uma maneira diferente de organizar a estante:

 

E depois de organizar a estante Sean Ohlenkamp decidiu levar a brincadeira a um nível mais elevado. Passaram muitas noites sem dormir em movimento, empilhando e animando os livros na livraria Tipo em Toronto (883 Queen Street West, (416) 366-8973).

Tudo que você vê aqui pode ser comprado em Livros Type.

 

Fonte: youtube

Você sabe o que é SOPA?

Você sabe o que é SOPA?

(Stop Online Piracity Act), lei que quer tornar os sites responsáveis por todo e qualquer conteúdo que for postado pelos usuários. As penas por violações podem variar do bloqueio dos endereços até a prisão dos donos.

O mundo pode ficar sem três dos principais sites da internet por um dia inteiro. Amazon, Facebook e até o Google pretentem se desligar em protesto contra a proposta de regulamentação da rede que tramita no Senado norte-americano.

As indústrias musical e cinematográfica são totalmente favoráveis à aprovação da lei, pois querem que seus conteúdos postados ilegalmente na rede saiam de circulação.

Por outro lado, as gigantes da internet preveem que a medida alteraria drasticamente os rumos do setor. Tanto que, em 15 de novembro de 2011, empresas como Google, Facebook, Zynga, Mozilla e LinkedIn enviaram uma carta ao Congresso dos EUA sobre isso.

Markham Erickson, executivo da da NetCoalition, disse à Fox News que as empresas da associação – que inclui Twitter e Google, por exemplo – estudam como por o blackout em ação, caso o país insista em considerar a SOPA.

Dois estudantes criaram um aplicativo para Android com o qual o usuário pode ler o código de barra de um produto e, assim, descobrir se ele pertence a alguma empresa que apoia a SOPA. Com isso, a briga deixa o meio virtual para invadir o mundo real, onde as pessoas podem boicotar quem seja a favor da nova lei.

De acordo com a página que descreve o produto, já existe uma lista com quase 900 marcas ou companhias. (http://nomoresopa.com/wp/?page_id=29)

Curiosamente, o app foi lançado primeiro para a plataforma do Google, uma das companhias que ameaçou deixar os internautas no escuro se o Congresso dos EUA mantiver a conversa sobre a SOPA.

Exame e Adnews

Google lança um livro!

 

 

 

 

 

O Google lançou um livro com uma visão bem interessante de marketing (sim, o Google lançou um livro!). O que ele chamou de ZMOT (momento zero da verdade). Ele está traduzido para o português (na verdade, para vários idiomas) e é gratuito em PDF.  Vale muito a pena ler. (Conrado Adolpho)

Você pode baixá-lo no site do próprio livro, acesse: http://migre.me/7uTVu

Consumidor Y quer transparência das marcas

Em entrevista para o Portal HSM, Jorge Kodja , diretor da TNS Research Internacional, fala sobre o perfil dos consumidores da Geração Y e suas expectativas em relação às marcas. Confira!

 Os 16 milhões de consumidores da Geração Y ainda despertam interesse para muitos profissionais de marketing espalhados pelo mundo. Afinal, estes jovens trazem consigo uma série de características peculiares em comum, sendo que a mais latente é a facilidade de adaptação e uso do ambiente online. 

O executivo Jorge Kodja, da TNS Research Internacional, coordenou uma pesquisa com 1500 jovens em 11 regiões metropolitanas do País, para entender este consumidor. De acordo com o diretor, estes jovens são formadores de opinião dentro de seus lares e buscam uma experiência de marca transparente, que proporcione inserção. Confira a entrevista completa.

Portal HSM: O que estes jovens da Geração Y (nascidos na década de 80) esperam das marcas que consomem?
Jorge Kodja: Além dos atributos básicos que as demais gerações esperam (tais como qualidade e preço justo), para a geração Y, transparência é fundamental. Isto porque se trata de uma geração acostumada a ser ouvida (pelos pais, professores etc) e por ser uma geração confortável com as mídias digitais. Assim, são indivíduos com enorme facilidade de consultar opiniões de outros consumidores, confortáveis em buscar dados nos sites das marcas e postar suas próprias opiniões em blogs e sites especializados. Assim, a falta de transparência no marketing e na apresentação dos produtos pode ser um erro fatal.

Portal HSM: Em sua opinião, as empresas precisam mudar a abordagem para falar com este consumidor? 
JK: Aconselho as empresas a transitarem do monólogo para o diálogo. A comunicação tradicional era uma via de uma mão onde a empresa comunicava os benefícios de seus produtos, muitas vezes de forma hiperbólica e pouco conectada com a realidade. A nova comunicação deve pronunciar-se sobre seus produtos, estando preparada para ouvir. Essa escuta pode vir dos blogs, dos sites de relacionamento etc. A geração Y tem forte necessidade de ser ouvida e de discutir seus pontos de vista e percepção, ao contrário das gerações anteriores mais acostumadas a receber ordens.

Portal HSM: Estudos revelam que a geração Y, por conta dos hábitos tecnológicos, estão acostumados com a satisfação imediata. Isto faz com que eles escolham produtos de vida útil curta? 
JK: O mundo hipermidiático a que estão expostos lhes traz muitas opções. É uma geração “blasé”, que parece já ter visto tudo e experimentado tudo. Assim, gerar empolgamento e felicidade nesse grupo é uma tarefa complexa. A única coisa que se pode dizer é que mais do que nunca os consumidores jovens se tornaram alvos móveis.

Portal HSM: As estratégias de marketing de massa funcionam para impactar esta geração?
JK: Sim, elas ainda são úteis. Prova disso é que empresas saudáveis ainda adotam as práticas de marketing de massa. Alguns ajustes são fundamentais. Eu diria que o mais importante é dar voz ao consumidor e ouvi-lo na mesma medida em que se busca doutriná-lo. Aconselho também maior refinamento na definição de target. O que é classe C, por exemplo? Ora, dentro da Classe C contemporânea há inúmeros subgrupos e comportamentos diferentes. É preciso entendê-los e procurar conversar com os segmentos mais significativos.

Portal HSM: Se pudesse resumir, quem são os consumidores Y?
JK: É a geração do diálogo.

Record estuda mudança de logomarca

A Record pode, em breve, ter uma nova identidade visual. A emissora registrou no Instituto Nacional de Propriedade Industrial aquela que pode vir a ser sua nova logomarca. A informação é de Fernando Oliveira, colunista do iG.

O ícone é parecido com o atual, mas foi arredondado e perdeu o globo que carrega desde 2008. Apesar da modernização do desenho, ele ainda carrega as características daquele que era usado antes mesmo da aquisição por parte de Edir Macedo.

Ao colunista, a assessoria da emissora disse que não há certeza sobre a mudança da marca e que foi feito apenas um estudo interno sobre a possível reformulação. Não foi definido, por tanto, se haverá mesmo alguma mudança.

Brasil registra queda no lançamento de embalagens

Mundialmente, indústria cresceu 3,03% em 2010, contra 18% em 2009

 

O Brasil registrou queda de 15,41% no lançamento de embalagens em 2010, com 12.048 unidades. O cenário mundial, no entanto, apresentou crescimento de 3,03%, segundo levantamento realizado pelo Laboratório de Monitoramento Global de Embalagem da ESPM, a partir da ferramenta GNPD da Mintel. O resultado confirma a retomada da indústria global, após a queda no último trimestre de 2008 por conta da crise econômica.

O desempenho do setor em 2010 deixa a desejar se comparado a 2009, quando houve expansão de 18% e 274.273 novas embalagens foram colocadas no mercado, contra 265.530 em 2010. Os dois últimos anos também não superaram o ritmo de crescimento anterior à crise. De 2006 para 2007, por exemplo, houve expansão de 22,87%, tendo o número de embalagens saído de 197.513 para 242.693, enquanto de 2005 a 2009, o aumento foi de 60%.

Em comparação ao crescimento global, a queda no Brasil é vista como uma consequência tardia da crise. “Num primeiro momento, as empresas (brasileiras) mantiveram os lançamentos previstos, depois, vendo os efeitos da crise no mundo, levantaram o pé do acelerador e reduziram os lançamentos. O efeito dessa atitude apareceu em 2010”, explica Fabio Mestriner, Professor Coordenador do Núcleo de Estudos de Embalagem ESPM, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Cosméticos em franca expansão
Entre os países que mais lançaram embalagens em 2010, a novidade é o crescimento da Alemanha, que ultrapassou França e Japão, garantindo o terceiro lugar. Já Estados Unidos e Reino Unido ocupam a primeira e a segundo colocação, respectivamente, enquanto o Brasil está na sexta posição. Completam a lista Japão (4º), França (5º), Canadá (7º), México (8º), China (9º) e Índia (10º), que permanece no ranking devido à substituição acelerada do varejo de rua para o sistema de auto-serviço e à chegada do Walmart no país.

Entre as 10 categorias com maior número de embalagens lançadas no mundo no último ano estão, nesta ordem, maquiagem para os lábios, produtos para o rosto e pescoço, biscoitos doces, esmalte para unhas, produtos para o corpo, maquiagem para os olhos, produtos para o banho, shampoo, bolos e pastelaria e temperos. O ranking é um termômetro do potencial e desenvolvimento do mercado de cosméticos nos últimos cinco anos. Em 2005, apenas três das 10 categorias mais lançadas eram cosméticos.

“O mercado de cosméticos é o grande destaque do ano. Isso já vinha acontecendo nos últimos anos e mostra a impressionante ascensão da mulher como agente ativo do consumo. Ela vem atuando cada vez mais intensamente em atividades fora do lar e recebendo atenção especial da indústria”, aponta Mestriner.

Natura lidera ranking brasileiro
A preponderância dos cosméticos nos lançamentos de 2010 também pode ser observada no ranking das empresas que mais colocaram embalagens no mercado, já que oito das 10 listadas atuam no segmento. Mundialmente, aparecem Procter & Gamble, Unilever, Avon, Audi, Nestlé, Lòreal, Make-UP Art, The Body Shop, Oriflame e Biersdorf.

No Brasil, o cenário é semelhante, com a predominância de categorias ligadas à beleza e cosmética. No ranking nacional, em primeiro lugar aparecem os produtos para o corpo, seguidos por maquiagem para os lábios, tratamento para o cabelo, shampoo, condicionador, biscoitos doces, preparados e ingredientes para padaria, maquiagem para os olhos, produtos para o banho e desodorantes.

Em 2010, a Natura foi a empresa que mais lançou embalagens no país. No ranking estão também Avon, Akakia, O Boticário, Nestlé, Walmart, Unilever, Carrefour, Weckerle e Kraft. Apesar do destaque dos cosméticos, aparecem também duas grandes redes de supermercados, impulsionadas pelo aumento da participação das marcas próprias no país, que respondem por 15% do total de lançamentos em 2010.

Sustentabilidade e naturalidade em destaque
O mesmo não pode ser observado no cenário mundial. Em mercados maduros, as marcas próprias estão mais consolidadas, tendo sua participação no total dos lançamentos de embalagens caído para 19% em 2010, enquanto em anos anteriores este número chegou a 23%. Já no Brasil, as empresas aproveitam a expansão do segmento. “As marcas próprias têm o pulso do mercado e, portanto, perceberam que o consumo nacional não caiu, acelerando seus lançamentos”, diz Mestriner.

Outra mudança que vem se desenhando no cenário mundial diz respeito aos conceitos de sustentabilidade, naturalidade e orgânicos que aparecem com mais frequência nos rótulos. De acordo com o levantamento, o posicionamento mais adotado em 2010 foi “botânico/herbal”. Em seguida estão “sem aditivos/conservantes”, “hidratante”, “ético/embalagem bio-degradável”, “tempo/rapidez”, “duradouro/dura mais”, “fortificado com vitaminas e sais minerais”, “fácil de usar”, “orgânico” e “brilhante/clareador”.

“Os posicionamentos mais adotados indicam a crescente participação de embalagens e produtos que enfatizam a saudabilidade e a sustentabilidade. Estes dois movimentos estão integrados, pois ambos buscam qualidade de vida, tanto do consumidor, quanto do meio ambiente em que ele vive”, conta o Coordenador do Núcleo de Estudos de Embalagem ESPM.

Fonte: Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing

Lojas-espetáculo – Top 5

Selecionamos cinco lojas onde o design de interiores e a arquitetura fazem a diferença

 

“A moda não existe apenas nos vestidos. A moda está no céu, nas ruas e tem a ver com ideias, com o modo como vivemos e com o que está acontecendo.” Coco Chanel

A loja onde as peças de um criador são vendidas é, metaforicamente, a “roupa” que a marca escolheu vestir para se mostrar ao mundo. Apresentamos abaixo alguns endereços que valem uma visita mesmo para quem não deseja sacar o cartão de crédito de sua it-bag.

1. Louis Vuitton Bond Street – Londres

 

Foto: Divulgação

Loja da Louis Vuitton na Bond Street, em Londres

 

 Nesta loja da Louis Vuitton – grife que detém o primeiro lugar entre as melhores marcas globais de luxo, segundo pesquisa da Interbrand 2010 –, inaugurada em maio deste ano, o über arquiteto Peter Marino criou vários ambientes diferenciados. Caso do “bag bar”, onde a cliente senta em uma banqueta e elege sua bolsa como se escolhesse um drinque. Há ainda a biblioteca e uma área especialmente dedicada às joias e relógios.

Uma instalação de baús vintage suspensos no ar e apoiados por uma malha metálica feita no padrão do monograma LV envolve toda a loja, filtra a luz e move-se como uma cortina.

No segundo andar existe o “the apartment”, um mundo à parte voltado a eventos e atendimentos privados, acessado apenas mediante convite. O lugar é decorado com obras de arte e antiguidades raras e conta com móveis e tapetes de seda e lã desenhados pelo próprio Marino.

2. La Maison Guerlain Champs Élysées – Paris

Foto: Reprodução /2pbblogspotcom

Guerlain Champs Élysées: templo da perfumaria em Paris

Um templo para perfumes e artigos de beleza. O mármore de Carrara adorna o primeiro andar da antológica boutique Guerlain, que abriu as portas em 1914 e foi totalmente remodelada em 2005 pelos arquitetos Andrée Putman e Maxime d’Angeac. O dourado serve de tema, tendo um cuidadoso projeto de iluminação em LED para deixá-lo contemporâneo, revelar as paredes onduladas e conferir suave brilho aos frascos, expostos no segundo andar.

3. Prada – Tóquio

Foto: Reprodução /cretiquecom

A loja Prada em Tóquio é visita obrigatória para os amantes da arquitetura futurista do escritório suíço Herzog & de Meuron

Casamento feliz entre design e moda neste projeto do famoso escritório de arquitetura suíço Herzog & de Meuron para a loja Prada. Localizada no badalado distrito de Ayoama, em Tóquio. Trata-se de um edifício de vidro apelidado de Epicenter, que chama atenção pela beleza e vanguarda, exibindo com charme discreto o minimalismo da marca.

4. Stuart Weitzman – Roma

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Foto: Divulgação

Stuart Weitzman: a loja em Roma é uma surpresa
ondulante que exibe com atitude as criações do designer americano

 

Com cenário inovador e purista, a loja do designer de sapatos Stuart Weitzman – que já criou alguns dos modelos mais caros do mundo – tem projeto assinado pelo arquiteto italiano Fabio Novembre. No espaço, os produtos são exibidos em meio a paredes ornadas com serpentantes prateleiras feitas de estuque veneziano. O décor em tons de bege e branco e a iluminação impecável ressaltam cada item e criam um efeito hipnotizante.

5. Ralph Lauren – Nova York

Foto: Reprodução Michael Lisnet

Ralph Lauren: a mais nova das lojas-palácio do estilista-epítome da moda americana

 

Aberta há poucos dias, a nova loja Ralph Lauren na Madison é um palacete de limestone de quatro andares, que acomoda as linhas feminina, casa e acessórios, além de novidades como a coleção de lingerie e terninhos sob medida. Assinada pelo arquiteto Thomas Hut e pela Weddle Gilmore Architects, tem ambientes retrô, com lareira, pé direito altíssimo, pisos de mármore e detalhes que revelam todo o bom gosto do universo da marca.

Serviço:

Guerlain – Paris
68 Avenue des Champs Elysees, Paris

Stuart Weitzman

27, Via dei Condotti – Roma

Louis Vuitton – Londres

17 – 20 New Bond Street, Londres

Prada – Tóquio
5-2-6 Minami-Aoyama Minato-ku – Tóquio

Ralph Laurent – Nova York
888 Madison Avenue, NYC

Fonte: Gazeta do Povo

Reduto das gravatas

Grandes estilistas abrem lojas exclusivas para homens, os principais consumidores da vez

“O homem é o novo BRIC do mercado de luxo”, afirma Fabio Garcia, consultor de moda e acessórios masculinos, ao fazer uma comparação com os países emergentes, entre eles o Brasil (junto à Rússia, Índia e China). Ele se refere à valorização da moda masculina nos últimos tempos, especialmente em 2010. Esse ano, algumas grifes não apenas incrementaram suas coleções masculinas, como abriram lojas exclusivas para receber os moços.

Uma gravata gigante à porta da Hermès, em Nova York, denuncia o perfil da loja

 

Uma gigante gravata laranja pendurada na fachada da Hermès, na Madison Avenue, em Nova York, era incontestável. A loja, aberta em fevereiro, é o reduto para a coleção masculina da grife. Ali, são vendidas toda a linha e alguns produtos desenvolvidos especialmente para eles, como uma luva de couro de beisebol ao preço de US$ 8.500. “Acredito que é uma questão de oportunidade. O mercado precisa crescer, e voltar-se para o consumidor masculino é um caminho”, afirma Fabio.

Os artigos masculinos também ganharam visibilidade nas araras de Vivianne Westwood. A estilista inglesa de vanguarda vende só artigos masculinos no número 18 da Conduit Street, em Londres. Balenciaga também surpreendeu e inaugurou seu cantinho exclusivo em Paris. O diretor criativo, Nicolas Ghesquière, segue o conceito da marca: nada na vitrine. A loja de 60 m2, em Saint Germain, tem uma escadaria iluminada e foi inspirada em um submarino.

Viviene Westwood abriu mais um espaço na Conduit Street, em Londres. Desta vez, só para os homens

Decoração mais sóbria e serviços mais objetivos são pressupostos para atrair os rapazes, como na Balenciaga

Na Ralph Lauren masculina, a moto Confederate 120 Fighter Combat Edition é a atração

Decoração mais sóbria e serviços mais objetivos são pressupostos para atrair os rapazes. “O homem já sabe o que quer quando entra em uma loja. Se o vendedor começar a insistir para que ele leve outras coisas, pode perder a venda. Os serviços têm de ser realmente efetivos, como um alfaiate, por exemplo”, completa Fabio.

Ralph Lauren, que originalmente nasceu como uma grife masculina, voltou às origens ao abrir, também na Madison, em Nova York, um verdadeiro templo para os adeptos do estilo Ralph Lauren de ser. Até marcas que enfraqueceram nos últimos tempos, voltaram a investir.

Segundo Lula Rodrigues, consultor estratégico de moda masculina e colunista do iG, a marca Hugo Boss é um exemplo. “Eles vão voltar com tudo porque há demanda. A visibilidade que os homens ganharam na mídia no começo da década com rótulos como metrossexual é irreversível”.

Para Lula, o segmento corporativo e a necessidade de estar bem vestido para sobreviver no mercado impulsionaram o crescimento. “Eles sabem o que comprar, pagam o necessário se o produto tiver um valor agregado. Investir no consumidor masculino é a saída para o mercado de luxo.”
SERVIÇO:
Hermès
690 Madison Avenue, Nova York
 

Vivianne Westwood
18 Conduit Street, Londres
 

Balenciaga
Rue de Varenne, 5, Paris
 

Ralph Lauren
867, Madison Avenue, Nova York 

Fonte: Gazeta do Povo

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